Inteligência Competitiva: como usar na sua empresa.

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O que é Inteligência Competitiva?

O campo da Inteligência Competitiva reúne também todas as ações necessárias desde a coleta e armazenamento dos dados que serão matéria prima para a geração de conhecimento, bem como sua distribuição e apresentação de forma a permitir sua visualização, interpretação e utilização.

Como uma evolução do conceito de “Era da Evolução” criado por Peter Drucker, passamos a chamar o tempo em que vivemos de “Era do Conhecimento”, quando ter a informação e transformá-la em conhecimento relevante e útil é o que realmente trará vantagens competitivas para uma empresa, um país ou mesmo para um profissional.

Desta forma, podemos afirmar que “Inteligência” é o ato de transformar “informação” em “conhecimento” e, por derivação, que “Inteligência Competitiva” é transformar as informações disponíveis em conhecimento que gere vantagens competitivas. Mas não seria correto afirmar que o campo da Inteligência Competitiva se restringe a esta transformação do dado.

Especificamente no caso da Inteligência Competitiva, o foco deverá sempre estar voltado para o ambiente competitivo onde opera uma organização.

Inteligência Competitiva é o ato de entender uma indústria e os concorrentes para que a empresa possa tomar as melhores decisões.

Significa que a Inteligência Competitiva tem como finalidade ajudar as empresas a prosperarem no mercado em que operam se mantendo competitivas a partir de decisões que são tomadas com mais inteligência e assertividade, pois são decisões baseadas no conhecimento extraído de informações do mercado.

Vale ressaltar que as informações de mercado em questão devem englobar a maior parte possível dos aspectos relevantes que atuam sobre o mercado em questão. Muitas vezes o foco acaba se resumindo aos concorrentes, que talvez seja a faceta mais explícita do mercado. Porém deve-se evitar uma visão restritiva quando uma série de outros elementos podem afetar a competitividade de uma organização. Veja, a seguir, alguns exemplos que devem ser levados em consideração:

  • Clientes;
  • Parceiros;
  • Fornecedores;
  • Governos;
  • Agências reguladoras;
  • Formadores de opinião, entre outros.

Muitas vezes o termo Inteligência Competitiva (“Competitive Intelligence”) se confunde com o termo Inteligência de Negócios (“Business Intelligence”), porém é importante ressaltar que, apesar de próximos, trata-se de conceitos diferentes. 

Enquanto o primeiro está focado nos elementos que estão no ambiente externo à organização e que afetam sua competitividade, o segundo engloba também elementos no contexto interno das organizações. 

Outra forma de expor a diferença é entender que o negócio envolve aspectos externos (competitivos) e aspectos internos que posicionarão a organização de forma mais ou menos competitiva no mercado.

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